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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

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'Anel de fogo' captado pela Nasa revela galáxia com buraco-negro ativo


Galáxia espiral NGC 4151 fica a 43 milhões anos-luz da Terra.
Bolhas amarelas são regiões de formação estelar recente
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Anel de fogo (Foto: Um “anel de fogo” captado pelo telescópio de raio-X Chandra, da agência espacial americana (Nasa), e divulgado nesta terça-feira (27) mostra a região central da galáxia espiral NGC 4151, localizada a 43 milhões anos-luz de distância da Terra e uma das mais próximas a ter um buraco negro ativo. Informações de raio-X (em azul) foram combinadas com dados óticos (em amarelo), e as bolhas amarelas em volta da elipse vermelha são regiões de formação estelar recente. Já o anel vermelho contém uma mistura de hidrogênio com um material que cai em direção ao centro da galáxia. Foto: X-ray: NASA/CXC/CfA/J.Wang et al.; Optical: Isaa)Um “anel de fogo” registrado pelo telescópio de raio-X Chandra, da agência espacial americana (Nasa), e divulgado nesta terça-feira (27) mostra a região central da galáxia espiral NGC 4151, localizada a 43 milhões anos-luz de distância da Terra e uma das mais próximas a ter um buraco-negro ativo. Informações de raio-X (em azul) foram combinadas com dados óticos (em amarelo). As bolhas amarelas em volta da elipse vermelha são regiões de formação estelar recente. Já o anel vermelho contém uma mistura de hidrogênio com um material que cai em direção ao centro da galáxia
fonte G1
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aláxias formam desenho de rosa no espaço


Um par de galáxias espirais que interagem entre si e forma uma rosa no espaço é a imagem divulgada na terça-feira no site da Nasa (agência espacial americana).
A galáxia UGC 1810, que é a maior das duas, tem um disco central que se distorce pela atração da menor, a UGC 1813, fazendo com que o núcleo se pareça com o botão de uma flor.
Dá ainda para ver pontos azuis na foto, que são luzes emitidas por um grupo de jovens estrelas brilhantes.
Outro indício da interatividade das duas galáxias são as linhas espirais incomuns.
O registro das duas galáxias, de autoria do telescópio espacial Hubble, é de 17 de dezembro de 2010 e foi divulgado pela primeira vez em abril, mês quando se comemorou o aniversário de 21 anos do Hubble.


Fonte: Folha.com

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

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Tempestades solares podem atingir a lua


Tempestades solares violentas podem soprar uma grande quantidade de material da superfície da lua.
Em um novo estudo da NASA, pesquisadores usaram simulações digitais para examinar como os eventos solares podem erodir a superfície do nosso satélite.
Foi descoberto que eles podem até causar danos na atmosfera de Marte, já que o planeta não possui um campo magnético.
Essa é a primeira vez que cientistas tentam prever os efeitos das tempestades solares e erupções na lua. “Descobrimos que quando essa nuvem massiva de plasma atinge a lua, remove facilmente material volátil da superfície”, afirma William Farrell, um dos envolvidos na pesquisa.
“O modelo prevê 100 a 200 toneladas de material lunar – o equivalente a dez caminhões-caçamba lotados – arremessados durante uma típica passagem de dois dias desse evento”.
As tempestades solares são nuvens enormes de plasma quente e partículas carregadas que avançam pelo espaço.
De acordo com os pesquisadores, uma dessas, que seja forte, pode conter facilmente bilhões de toneladas de plasma, viajando a incríveis um 1,6 milhões de quilômetros por hora, com o tamanho maior do que várias vezes a Terra.
Já que a lua não tem atmosfera, o satélite fica vulnerável aos efeitos meteorológicos espaciais. Como resultado, a tempestade chega até ela, causando um processo conhecido como “crepitação”.
“A crepitação está entre os cinco principais processos que criam a exosfera lunar sob condições solares normais. Mas nosso modelo prevê que, durante uma tempestade, ele acaba virando o principal, com 50 vezes mais predominância do que os outros”, comenta Rosemary Killen, a líder do estudo.
Os ventos solares comuns são formados principalmente por partículas de hidrogênio carregadas, os íons. Mas o plasma das tempestades é altamente elétrico, com íons pesados, que provocam efeitos dez vezes mais fortes.
Para criar os modelos, os cientistas usaram quantificações da química que sai do sol. Eles descobriram que íons de hélio formam 4% do vento solar comum, mas durante uma tempestade a concentração pode chegar a 20%.
Quando esse enriquecimento se combina com o aumento de velocidade e densidade, os íons do plasma podem arrastar 50 vezes mais material do que o normal.
“Os modelos digitais isolam a contribuição da crepitação e dos outros processos”, afirma uma das pesquisadoras, Dana Hurley. “Comparar previsões nos permite entender as condições em que a crepitação prevalece”.
A missão Exploradora da Atmosfera e Poeira Ambiental Lunar (LADEE) da NASA, que deve ser lançada em 2013, vai testar esses modelos.
Na altitude em que estará a LADEE, ela conseguirá detectar átomos arremessados entre 20 e 50 quilômetros da superfície lunar.
“Esse fenômeno tornará a LADEE quase uma mineradora da superfície, não porque estará na superfície, mas porque durante as tempestades os átomos serão jogados até ela”, afirma Farrell.
Cientistas já haviam estudado o efeito das tempestades do sol no campo eletromagnético da Terra, e sabemos que com isso ocorrem auroras intensas em nosso planeta.
Mas, de acordo com os pesquisadores, em planetas como Marte, que não tem a mesma proteção, o plasma solar pode arranhar e erodir a atmosfera superior.
A NASA planeja lançar a missão Evolução Volátil e Atmosférica de Marte (MAVEN) no fim de 2013. A nave foi desenhada para orbitar o planeta e estudar como a atividade solar, incluindo as tempestades, remove a atmosfera do planeta vermelho.
Dos modelos realizados, os pesquisadores também preveem que pequenos corpos, como os asteroides, também são vulneráveis ao processo de crepitação.




Fonte:
Hypescience

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

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Cientistas estão perto de resolver o enigma das partículas elementares


Os cientistas estão mais perto que nunca de responder ao enigma do chamado bosón de Higgs, segundo o qual existe uma partícula que explicaria o comportamento das partículas elementares e a origem da massa, e em cuja busca foram investidos grandes esforços e recursos.
Representantes do Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern, na sigla em inglês) apresentaram na terça-feira os resultados obtidos neste ano e que revelam indícios "intrigantes" da eventual existência da também conhecida como "partícula de Deus", considerada crucial para entender a estrutura da matéria em nível subatômico.
A conclusão preliminar é que "é muito cedo" para dar uma resposta definitiva, mas a previsão empírica é que no ritmo em que avança a pesquisa a questão será elucidada no mais tardar até o final de 2012.
O físico britânico Peter Ware Higgs formulou em 1964 o chamado bosón de Higgs, que estabelece a existência de uma partícula desconhecida que explicaria o funcionamento sobre o qual se baseia a física atual.
Os detectores CMS e ATLAS, do Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês) a buscam em paralelo, e de maneira independente um do outro, e em 2011 chegaram a resultados que se encontram dentro de uma mesma categoria, mas que estatisticamente ainda não permitem anunciar sua descoberta.
"Foi um ano fantástico (...), mas são necessárias mais colisões para sabermos se (o bosón de) Higgs se confirma ou não. No entanto, realizamos um progresso extraordinário e reduzimos a janela (onde a partícula poderia ser encontrada)", declarou o diretor-geral do Cern, Rolf-Dieter Heuer.
Para encontrá-la, milhões de prótons por segundo são lançados no LHC para se chocarem entre eles e criar uma incomensurável quantidade de dados que, após um primeiro filtro, são analisados pelos cientistas do ATLAS e do CMS.
O nível de energia em que funciona o LHC é o mais intenso jamais alcançado e possibilita que os prótons deem 11 mil voltas por segundo pelo anel de 27 quilômetros de circunferência do acelerador, enterrado a uma profundidade de entre 50 e 150 metros, exatamente na fronteira entre Suíça e França.
Encontrar a partícula de Higgs não seria para a ciência como encontrar uma agulha em um palheiro, mas literalmente como encontrar uma agulha em 100 mil palheiros, como ilustrou um cientista do Cern em uma conferência recente.
No entanto, a porta-voz do ATLAS, Fabiola Gianotti, sustentou em entrevista coletiva posterior à apresentação dos resultados que se descobrissem que a partícula de Higgs não existe seria "tão emocionante" quanto o contrário.
"Preferiria que existisse, é uma partícula que buscamos há muitos anos, que acreditamos que tenha características diferentes das outras e que permitiria resolver problemas no modelo padrão da Física, mas se não estiver ali, deve haver outra coisa", comentou.
Sobre estes avanços, o físico espanhol Juan Alcaraz Maestre, pesquisador no CMS, disse à Agência Efe que com os dados de 2012 "poderemos definir o que está acontecendo realmente, se estamos diante de uma oscilação estatística ou se há uma partícula".
"Como cientista prefiro não pensar se existe ou não. Seria interessante encontrá-la, mas não encontrá-la onde pensamos que está também abriria caminhos muito interessantes e excitantes", acrescentou.
Javier Cuevas, professor de Física Atômica na Universidade de Oviedo e responsável pela análise de dados no detector CMS, frisou que há muita satisfação na comunidade do Cern "pelo bom funcionamento do detector".
O aparelho "demonstrou uma grande eficiência no recolhimento de dados. Foi melhor do que esperávamos", considerou Cuevas.
Para dar uma ideia da magnitude do experimento, o cientista detalhou que o detector CMS pesa 12 mil toneladas, ou seja 30% mais que a Torre Eiffel.

Fonte: Terra

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

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Nasa desenvolve arpão para 'caçar' cometas

A agência espacial americana quer trazer amostras intactas do interior dos cometas para investigar as origens do Sistema Solar e da vida na Terra

Concepção artística do arpão na superfície de um cometa: pesquisa pode ajudar a desvendar o surgimento da vida na Terra Concepção artística do arpão na superfície de um cometa: pesquisa pode ajudar a desvendar o surgimento da vida na Terra (NASA / Divulgação)
A Nasa está desenvolvendo uma espécie de arpão para ser lançado em cometas e coletar amostras desses corpos celestes, que são "sobras" da formação do nosso sistema solar. A composição dos cometas pode dar pistas importantes sobre o surgimento da vida na Terra.
Pedaços congelados de gelo, poeira cósmica e rochas, os cometas podem ter trazido ao nosso planeta, em impactos há milhões de anos, combustíveis que ajudaram a formar a vida. Em uma missão anterior, chamada Stardust, a agencia espacial americana encontrou aminoácidos em amostras de um cometa, o Wild 2. Os aminoácidos são blocos que constituem as proteínas, indispensáveis para os seres vivos, e regulam reações químicas.

O arpão é a opção mais viável para conseguir uma amostra da composição de um cometa porque pousar nele seria quase impossível. Além de viajarem a velocidades que podem chegar a 240 mil quilômetros por hora, os cometas praticamente não têm força gravitacional, já que não passam de alguns quilômetros de raio. Com a ideia do arpão, uma espaçonave poderia voar próxima ao objeto, lançar o projétil e puxá-lo de volta.

Testes - O protótipo está sendo desenvolvido no Centro de Voo Espacial Goddard, em Maryland, nos EUA, e ainda está no estágio inicial. Em um galpão, o corpo metálico de quase seis metros de altura está sendo jogado em galões cheios de materiais que emulam a composição dos cometas, como gelo, areia, sal e rochas. "Não temos certeza do que vamos encontrar no cometa. A superfície pode ser macia e fofa, majoritariamente constituída por poeira, pode ser de gelo misturado com pedras, ou mesmo sólida. Provavelmente haverá áreas com composições diferentes, por isso precisamos projetar um arpão que é capaz de penetrar uma gama razoável de material", explica Donald Wegel, engenheiro chefe do projeto.

A nave que levar a missão a um cometa provavelmente carregará vários tipos de arpões e cargas de lançamento, preparada para as diferentes possibilidades. A ponta do arpão será oca e vai prender a amostra a vácuo, para evitar que o material seja "contaminado" por outros ambientes, como ocorre com as amostras a que os cientistas têm acesso atualmente.

Atualmente, a Agência Espacial Europeia está trabalhando em uma missão parecida, chamada Rosetta. Ela usará um arpão jogado na superfície do cometa "67P/Churyumov-Gerasimenko" em 2014. "O arpão Rosetta é uma concepção engenhosa, mas não coleta uma amostra", diz Wegel. "Vamos pegar carona em seu trabalho e dar um passo a mais para incluir um cartucho de coleta de amostra”.
E outra missão da própria Nasa para conseguir uma amostra de um asteroide chamado OSIRIS-Rex irá reunir material de superfície usando um coletor especializado. No entanto, a superfície pode ser alterada pelo ambiente inóspito do espaço. "O próximo passo é retornar uma amostra do subsolo, pois contém o material mais primitivo e puro", afirma Wegel.

fonte-VEJA
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Internautas confundem imagem "fantasma" da Nasa com nave alienígena


Vídeo de tempestade solar atingindo Mercúrio exibe imagem brilhante ao lado do planeta por alguns segundos. Nasa diz que é defeito de edição.

Um defeito na composição de uma imagem gerada pelas missões solares da Nasa provocou uma onda de rumores na internet.
Sites como o americano Gizmodo levantaram a hipótese de se tratar de uma nave alienígena visitando o nosso sistema solar.
A agencia espacial americana, porém, acabou com a alegria dos que pensavam se tratar de extraterrestres: o brilho que aparece ao lado do de Mercúrio é uma sombra fantasma do planeta, causada pelo tipo de edição usada para compor a imagem.
O vídeo divulgado na internet, que mostra a suposta nave alienígena, foi criado a partir de várias imagens das sondas STEREO. Elas orbitam o Sol e ajudam a Nasa a prever tempestades solares fortes, que podem danificar satélites da Terra.
A onda que atinge Mercúrio nas imagens, obtidas em 1º de dezembro, é uma dessas tempestades. As ejeções de massa coronal (CMEs, na sigla em inglês) criam o fenômeno das auroras boreais, quando passam pelo nosso planeta.

Como Mercúrio está muito próximo do Sol, é atingido com mais força pelas tempestades solares. "Para conseguirmos ver as emissões de CMEs, o que é difícil, temos que remover quase todo o brilho do fundo da imagem, causado por poeira interplanetária, galáxias e estrelas", disse ao site de VEJA Russell Howard, cientista chefe da missão solar.

"O brilho próximo a Mercúrio ocorre porque o planeta estava ali no dia anterior e se move relativamente rápido. Portanto houve menos remoção de brilho da parte de trás do espaço em relação ao resto da imagem", complementa Nathan Rich, que participa da missão. "Nessas imagens, uma média diária de cada pixel é usada como o melhor 'quase tempo real' para o acompanhamento das CMEs. Isso resulta no 'buraco' de Mercúrio", afirma ainda.
Ou seja, apesar do vídeo, as imagens são feitas com grandes intervalos entre elas. O vídeo reúne um dia inteiro de imagens.

As sondas STEREO, lançadas em 2006, tiram fotos do Sol e de suas proximidades e as enviam para a Nasa, que compõem os vídeos sobrepondo essas fotos.
"Nota-se, que o brilho some da imagem em seguida. E isso ocorre porque um fundo diferente foi usado na concepção das imagens seguintes. Não há nada de anormal", conclui Rich.
A polêmica foi iniciada por um usuário do You Tube que se identifica como siniXter. No dia 3 de dezembro ele postou um vídeo no site usando as imagens geradas pelas sondas da Nasa e afirmando que se trata de uma nave espacial. O vídeo (narrado em inglês) já foi visto por mais de 150 mil usuários.




Fonte:
Veja

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

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Astrônomos descobrem 18 novos planetas fora do Sistema Solar



Exoplaneta GJ 1214b, um dos astros descobertos por pesquisas recentes. (Foto: L. Calçada / ESO)

Astros descobertos por equipe californiana têm massa similar a de Júpiter. Cientistas mediram alterações no brilho de 300 estrelas durante o estudo.

Uma equipe de astrônomos do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), nos Estados Unidos, anunciou a descoberta 18 novos planetas fora do Sistema Solar.
Segundo os pesquisadores, este é o maior número de exoplanetas encontrados de uma só vez percorrendo a órbita de estrelas com massas maiores que o Sol.
Apenas a sonda Kepler, lançada em 2009 pela Nasa somente com o objetivo de detectar exoplanetas que possam reunir condições para abrigar a vida, conseguiu encontrar um número superior: até agora foram mais de 1,2 mil possíveis novos planetas, que ainda precisam ser confirmados por novos estudos.
Já os cientistas californianos usaram telescópios do Observatório Keck, localizado no Havaí, e confirmaram os dados coletados com a ajuda dos observatórios McDonald, no Texas, e Fairborn, no Arizona.
Para encontrar novos planetas, os astrônomos buscam por estrelas com pertubações no brilho, que podem ser traços de astros que orbitem ao seu redor.
No caso da pesquisa agora divulgada em uma publicação especial da revista "The Astrophysical Journal", todos os exoplanetas possuem uma massa parecida com a de Júpiter e orbitam a distâncias parecidas com a Terra em relação ao Sol. Ao todo, foram pesquisadas 300 estrelas.
Os autores do estudo acreditam que os novos planetas reforçam a ideia de que planetas podem ser gerados a partir de discos de poeira e gás ao redor das estrelas em formação.
Eles ainda argumentam ser possível que o tamanho da estrela determine planetas maiores ou menores.
Outra interpretação seria o acúmulo de gás e poeira em grandes "bolas" que eventualmente se transformariam em planetas, tese que não condiz com as observações feitas pelo time californiano.
Atualmente, o número de exoplanetas conhecidos e confirmados já ultrapassou 600.


Fonte: G1
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ESO encontra estrela que gira a mais de 2 mi de km por hora

O Very Large Telescope do Observatório Europeu do Sul (ESO) descobriu a mais rápida estrela em rotação.
De acordo com o ESO, a estrela jovem, brilhante e de elevada massa, situa-se na nossa galáxia vizinha, a Grande Nuvem de Magalhães, a cerca de 160.000 anos-luz de distância.
A VFTS 102, como foi chamada, gira a mais de dois milhões de km por hora - 300 vezes mais depressa do que o Sol.
Uma equipe internacional tem utilizado o Very Large Telescope do ESO, instalado no Observatório do Paranal no Chile, para fazer um rastreio das estrelas mais pesadas e brilhantes da Nebulosa da Tarântula.
Os astrônomos descobriram também que a estrela, que tem cerca de 25 vezes a massa do Sol e é cerca de cem mil vezes mais brilhante, se desloca no espaço a uma velocidade muito diferente da das suas companheiras.
A diferença em velocidade poderia apontar para o fato da VFTS 102 ser uma estrela fugitiva - uma estrela que foi ejetada de um sistema de estrelas duplas depois da sua companheira ter explodido sob a forma de supernova.
Esta hipótese é corroborada por mais duas pistas adicionais: um pulsar e um resto de supernova a ele associado, encontrados na vizinhança da estrela.

Fonte: Terra
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Nasa anuncia descoberta de planeta que pode ter água

Concepção artística do novo planeta Kepler-22b encontrado pela Nasa: dentro da zona habitável

Com 2,5 vezes o tamanho da Terra, Kepler-22b está dentro da zona habitável de seu sistema estelar.

O observatório espacial Kepler descobriu no sistema planetário Kepler-22, a 600 anos-luz de distância, o primeiro planeta situado na chamada "zona habitável", o Kepler-22b, em uma região onde se acredita que pode haver água líquida, anunciou a Nasa na segunda-feira (5) em entrevista coletiva.

Ainda não se sabe qual a composição do planeta: se ele seria rochoso como a Terra ou composto majoritariamente de gás, como Júpiter.
"Este é um marco na busca por uma nova Terra," afirmou Douglas Hudgins, chefe da missão Kepler na Nasa.
No entanto, os cientistas confirmaram que o Kepler-22b tem 2,5 vezes o tamanho da Terra e uma orbita em torno de sua estrela em uma trajetória semelhante à nossa. Seu ano tem 290 dias e sua temperatura média ficaria em torno dos 22 graus.

Ele é o primeiro a ser confirmado dos 54 planetas potencialmente habitáveis anunciados pela missão em fevereiro.
Os cientistas do Centro de Pesquisa Ames da Nasa anunciaram, além disso, que Kepler identificou 1 mil novos candidatos a planeta, dez dos quais possuem tamanho similar ao da Terra e estão na zona habitável da estrela de seu sistema solar.
Fonte: IG

domingo, 6 de novembro de 2011

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Idosa que tentou vender poeira lunar acusa Nasa de brutalidade

Joann Davis diz ter ficado com hematomas e perdido controle da bexiga.Nasa afirma que ela estava com propriedade do governo roubada.
Uma avó americana de 74 anos acusa a agência espacial americana (Nasa) de brutalidade cinco meses após ter sido abordada por agentes federais ao tentar vender um grão de poeira lunar (menor que um grão de arroz) por US$ 1,7 milhão, informa a agência de notícias Associated Press.
Joann Davis afirma que o ‘souvenir’ lunar foi um presente dado pelo primeiro homem na Lua, Neil Armstrong, ao seu marido, que trabalhava no setor aeroespacial, nos anos 1970. Ela afirma que queria o dinheiro para cuidar de seu filho, que tem problemas de saúde.
Grão de poeira lunar (na cor cinza) teve sua autenticidade confirmada pela Nasa (Foto: AP Photo/U.S. District Court for the Central District of California)Grão de poeira lunar (na cor cinza) teve sua autenticidade confirmada pela Nasa (Foto: AP Photo/U.S. District Court for the Central District of California)

O governo americano considera qualquer material lunar propriedade federal, que não pode ser vendida para fins lucrativos. Armstrong, por sua vez, afirma nunca ter dado ou vendido qualquer material lunar a qualquer pessoa.
A americana tentou vender o grão lunar para a própria Nasa. Em maio, enviou um e-mail para agência perguntando onde ela poderia vender o item porque não estava tendo sorte procurando um comprador pela internet. Após conversas com a agência, ela concordou em fazer a venda pela quantia de US$ 1,7 milhão.
O encontro foi marcado em um restaurante e assim que ela entregou o grão de poeira, foi surpreendida pela entrada de policiais armados, que a levaram para ser interrogada no estacionamento. Ela afirma ter ficado tão assustada que perdeu controle de sua bexiga e diz ter ficado com hematomas causados pelos agentes federais. Joann foi liberada e nenhuma acusação formal foi feita. O grão de poeira lunar foi confiscado.
As autoridades americanas afirmam que Davis tinha posse de propriedade do governo roubada e que ela sabia que o que estava fazendo era errado, uma vez que teria dito que queria vender o material no mercado negro e que teria ficado irritada quando a Nasa informou que era proibido fazer a venda do material.
Fonte: G1
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Apollo 17 e a cabeça descepada de robô


Seria esta a cabeça de um robô deixada para trás na Lua.
Os astronautas da Apollo 17, Eugene Cernan e Harrison Schmitt, despenderam aproximadamente 75 horas na Lua. Durante sua expedição lunar eles tiraram a foto que está ampliada ao lado.
Por mais incrível que possa parecer, a imagem parece mostrar a cabeça decepada de um robô. “O próprio Cernan falou que embora ele estivesse vendo com seus próprios olhos, ela ainda não podia acreditar no que estava vendo“, declarou o escritor Joe Szostak em seu livro e site na Internet.
“Após superar seu choque inicial, ele percebeu que aquilo não poderia ser um crânio humano, afinal ele estava caído no campo destroços de uma cratera, a qual havia sido revirada pela força do impacto. Algo tão frágil como osso fossilizado não poderia resistir ao impacto. Além disso, a exposição à extrema radiação cósmica e solar teria reduzido o material orgânico em pó há muito tempo. Este objeto era inegavelmente mecânico em origem“.
“Cernan apelidou a área de ‘um lugar de aparência misteriosa’. Muitas das rochas tinham a aparência espectral anormal, refletindo a luz de forma similar aos cristais, ou a caixas metálicas altamente polidas“, disse Joe Szostak.
Teriam esses astronautas realmente descoberto algo excepcional que está sendo ocultado de nós?
Veja abaixo a foto original, sem ampliação, da suposta cabeça de robô.


Fonte: OvniHoje

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

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Ex-gerente da NASA declara: “Existe cidade alienígena na Lua!”


De acordo com o site Before It’s News, Ken Johnston, ex-gerente do Departamento de Aeronáutica Nacional e Dados da Administração Espacial e do Departamento de Controle de Fotografias da NASA, que também trabalhou para a o Laboratório de Recebimento Lunar daquela agência durante as missões Apollo, foi mandado embora por falar a verdade.
Johnston afirma que a NASA sabe que os astronautas descobriram cidades alienígenas antigas, bem como os restos de maquinários avançados na Lua. Alegadamente, alguma daquela tecnologia poderia manipular a gravidade.
Ele diz que a agência ordenou o acobertamento e o forçou a participar dele.
Nos últimos 40 anos outros cientistas, engenheiros e técnicos também têm acusado a NASA de acobertamentos e de ocultarem dados.
O crescente número de acusações vai desde o fato de estarem escondendo informações sobre objetos anômalos no espaço e mentindo sobre a descoberta de artefatos na superfície da Lua e Marte, até a ocultação de evidência de vida relatada pela sonda Viking durante o meio da década de 1970.
De acordo com Johnston, os astronautas do projeto Apollo trouxeram para a Terra evidências fotográficas de artefatos encontrados durante suas atividades extraveiculares na Lua.
Johnston afirma que a NASA o ordenou a destruir estas imagens enquanto ele estava trabalhando para o Laboratório de Propulsão a Jato (Jet Propulsion Laboratory – JPL), mas ele se recusou.
Quando ele abriu a boca para imprensa, a agência o despediu.
Em uma liberação para a imprensa, Kay Ferrari, diretora do programa SSA do JPL, disse que solicitou a Johnston que pedisse sua demissão, pois ele havia publicamente criticado seu empregador.
Quando Johnston recusou a pedir sua resignação, ele foi sumariamente despedido, sem justa causa.
Após sua abrupta partida, ele indicou que estava saturado e cansado a respeito do governo dos EUA estar sentado em cima de provas por mais de quatro décadas, de que realmente há cidades alienígenas na Lua.
“Eu não tenho nada a perder“, disse ele. “Eu briguei com a NASA e fui despedido“.
Aparentemente algumas evidências de grandes estruturas e até de uma base lunar no lado oculto da Lua surgiram recentemente, as quais parecem dar respaldo às alegações de Johnston.
Como mencionado acima, Ken Johnston não foi a única pessoa a delatar a NASA sobre acobertamentos.
O cientista que monitorou o importante experimento a bordo da sonda Viking para detecção de vida, a qual chegou a Marte em 1976, ainda hoje continua a atacar a agência espacial estadunidense.
Gilbert Levin insiste que seu experimento biológico provou a existência de vida no solo marciano.
“Nós obtemos dados positivos correspondentes aos critérios pré-missão, os quais provaram a existência de vida microbiana no solo marciano“, disse Levin ao National Geographic ["I Found Life on Mars in 1976, Scientist Says"].
O proeminente cientista está tão zangado com a NASA, que até criou seu próprio site na Internet, projetado para declarar ao mundo que realmente há vida no planeta vermelho.
E a lista de ex-funcionários da NASA que acusam a agência de acobertamento dos dados não para aqui. Há dezenas, senão centenas deles.
Donna Hare, que trabalhou como especialista em ilustração e slide fotográfico, alega que a NASA forjou milhares de fotos das missões, ofuscando e obscurecendo nelas as anomalias consideradas não apropriadas para o público em geral.
Sendo estas somente algumas das muitas indicações de que há muito mais na nossa história do que dizem haver, agora só nos resta esperar para o dia em que aqueles sentados encima das provas finalmente percebam o mal que estão fazendo para a humanidade e as acabem liberando.


Fonte: Jornal Visão

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

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Foto: uma visão nítida do sol


Esta foto “fogosa” é a imagem mais nítida já feita do sol. Ela mostra detalhes impressionantes da nossa grande estrela, como uma notável mancha solar escura na parte inferior da imagem e numerosos grânulos em ebulição, que se parecem com grãos de milho e aparecem na parte superior da foto.
A imagem foi feita em 2002, com o uso do Telescópio Solar Sueco, que fica nas Ilhas Canárias. A imagem em alta resolução foi obtida usando sofisticados adaptativos ópticos, sobreposições de imagens digitais e outras técnicas de processamento, para acabar com o efeito de borrão que surge com a atmosfera da Terra.
Atualmente, o sol está sendo cruzado por um grupo de manchas solares tão grandes que elas podem ser observadas por qualquer observador cauteloso, mesmo sem uma ampliação como essa.
Fonte: NASA