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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

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Necronomicon

 Necronomicon (Livro de Nomes Mortos) também conhecido por Al Azif (Uivo dos Demônios Noturnos) foi escrito por Abdul Alhazred, em torno de 730 d.C, em Damasco. Ao contrário do que se pensa, não se trata somente de um compilado de rituais e encantos, e sim de uma narrativa dividida em sete volumes, numa linguagem obscura e abstrata. Alguns
trechos isolados descrevem rituais e fórmulas mágicas, de forma que o leitor tenha uma idéia mais clara dos métodos de evocações utilizados. Além de abordar também as civilizações antediluvianas e mitologia antiga, tendo sua provável base no Gênese, no Apocalipse de São João e noapócrifo Livro de Enoch. Reúne um alfabeto de 21 letras, dezenove chaves (invocações) em linguagem enochiana, mais de 100 quadros mágicos compostos de até 240 caracteres, além de grande conhecimento oculto.
Segundo o Necronomicon, muitas espécies além do gênero humano habitaram a Terra. Estes seres denominados Antigos, vieram de outras esferas semelhantes ao Sistema Solar. São sobre-humanos detentores de poderes devastadores, e sua evocação só é possível através de rituais específicos descritos no Livro. Até mesmo a palavra árabe para designarantigo, é derivado do verbo hebreu cair. Portanto, seriam Anjos Caídos.
O autor do Necronomicon, Abdul Alhazred, nasceu em Sanna no Iêmen. Em busca de sabedoria, vagou de Alexandria ao Pundjab, passando muitos anos no deserto despovoado do sul da Arábia. Alhazred dominava vários idiomas e era um excelente tradutor. Possuía também habilidades como poeta, o que proporcionava um aspecto dispersivo em suas obras, incluindo o Necronomicon. Abdul Alhazred era familiarizado com a filosofia do grego Proclos, além de matemática, astronomia, metafísica e cultura de povos pré-cristãos, como os egípcios e os caldeus. Durante suas sessões de estudo, o sábio acendia um incenso que combinava várias ervas, entre elas o ópio e o haxixe.
Alhazred adaptou a interpretação de alguns neoplatonistas sobre o Necronomicon. Nesta versão, um grupo de anjos enviado para proteger a Terra tomou as mulheres humanas como suas esposas, procriando e gerando uma raça de gigantes que se pôs a pecar contra a natureza, caçando aves, peixes, répteis e todos os animais da Terra, consumindo a carne e o sangue uns dos outros. Os anjos caídos lhes ensinaram a confeccionar jóias, armas de guerra e cosméticos; além de ensinar encantos, astrologia e outros segredos.
Existe uma grande semelhança dos personagens e enredos das narrações do Necronomicon em diversas culturas. O mito escandinavo do apocalipse, chamado Ragnarok, é sugerido em certas passagens do Livro; além dos Djins Árabes e Anjos Hebraicos, que seriam versões dos deuses escandinavos citados. Este conceito também é análogo à tradição judaica dos Nephilins.
Uma tradução latina do Necronomicon foi feita em 1487 pelo padre alemão Olaus Wormius, que era secretário de Miguel Tomás de Torquemada, inquisidor-mor da Espanha. É provável que Wormius tenha obtido o manuscrito durante a perseguição aos mouros. O Necronomicon deve ter exercido grande fascínio sobre Wormius, para levá-lo a arriscar-se em traduzi-lo numa época e lugar tão perigosos. Uma cópia do livro foi enviada ao abade João Tritêmius, acompanhada de uma carta que continha uma versão blasfema de certas passagens do Gênese. Por sua ousadia, Wormius foi acusado de heresia e queimado juntamente com as cópias de sua tradução. Porém, especula-se que uma cópia teria sobrevivido à inquisição, conservada e guardada no Vaticano.


O percurso histórico do Necronomicon continua em 1586, quando o mago e erudito Jonh Dee anuncia a intenção de traduzi-lo para o idioma inglês, tendo como base a versão latina de Wormius. No entanto, o trabalho de Dee nunca foi impresso mas chegou até as mãos de Elias Ashmole (1617-1692), estudioso que os reescreveu para a biblioteca de Bodleian, em Oxford. Assim, os escritos de Ashmole ficaram esquecidos por aproximadamente 250 anos, quando o mago britânico Aleister Crowley (1875-1947), fundador do Thelema, os encontrou em Bodleian. O Thelema é regido pelo Livro da Lei, obra dividida em três capítulos na qual fica evidente o plagio da obra de Jonh Dee. No ano de 1918, Crowley conhece a modista Sônia Greene e passa alguns meses em sua companhia. Sônia conhece o escritor Howard Phillip Lovecraft em 1921, e casam-se em 1924. Neste período, o autor lança o romance A Cidade Sem Nome e o conto O Cão de Caça, onde menciona Abdul Alhazred e o Necronomicon. Em 1926, um trecho da obra O Chamado de C`Thullu menciona partes do Livro da Lei, de Crowley. Portanto, o ressurgimento contemporâneodo Necronomicon deve-se a Lovecraft, apesar de não haver evidências de que o escritor tivesse acesso ao Livro dos Nomes Mortos.
Algumas suposições aludem a outras cópias que teriam sido roubadas pelos nazistas na década de 30. Ainda nesta hipótese, haveria uma cópia do manuscrito original feita com pele e sangue dos prisioneiros dos campos de concentração, que na 2ª Guerra foi escondida em Osterhorn, uma região montanhosa localizada próxima a Salzburg, Áustria. Atualmente, não é provável que ainda exista um manuscrito árabe do Necronomicon. Uma grande investigação levou a uma busca na Índia, no Egito e na biblioteca de Mecca, mas sem sucesso.


História do Necronomicon


(O ensaio original de Lovecraft, circulou entre os amigos há anos e só foram publicados após sua morte. Uma versão anotada será publicado em Os Arquivos Necronomicon , mas, entretanto, você pode conferir o meucomentário .)
Título Original Al Azif - Azif sendo a palavra usada pelos árabes para designar aquele som noturno (produzido pelos insetos) suppos'd ser o uivo de demónios.
Composto por Abdul Alhazred, um poeta louco de Sana, no Iêmen, que se diz ter floresceu durante o período dos califas Ommiade, cerca de 700 AD Ele visitou as ruínas da Babilônia e do segredo subterrâneos de Mênfis e passou dez anos sozinho no o grande deserto do sul da Arábia - o Roba El Khaliyeh ou "espaço vazio" dos antigos - e "Dahna" ou "Crimson" deserto dos árabes modernos, que é detido para ser habitado por espíritos malignos e de protecção monstros da morte. Deste deserto muitos e inacreditáveis ​​maravilhas estranhas são contadas por quem pretende ter penetrado. Em seus últimos anos Alhazred habitava em Damasco, onde o Necronomicon ( Al Azif ) foi escrito, e de sua morte final ou desaparecimento (738 dC) Muitas coisas terríveis e contraditórias são contadas. Ele é dito por Ebn Khallikan (12 cêntimos. Biógrafo) ter sido tomado por um monstro invisível em plena luz do dia e devorado horrivelmente antes de um grande número de testemunhas congelado susto. De sua loucura muitas coisas são ditas. Ele alegou ter sido a fabulosa Irem, ou Cidade dos Pilares, e ter encontrado sob as ruínas de uma cidade do deserto sem nome certo nos anais chocante e segredos de uma raça mais antiga que a humanidade. Ele era apenas um muçulmano indiferente, adorando entidades desconhecidas a quem ele chamava Yog-Sothoth e Cthulhu.
Em 950 aC o Azif, que ganhou tho sub-reptícia "circulação de um considerável entre os filósofos da época, foi secretamente traduzido para o grego por Theodorus Philetas de Constantinopla, sob o título Necronomicon. Durante um século impeliu experimentadores certas tentativas terrível, quando foi proibido e queimado pelo patriarca Michael. Depois disso é só ouviu falar de furtivamente, mas (1228) Olaus Wormius feita uma tradução latina mais tarde na Idade Média, e do texto latino foi impresso duas vezes - uma no século 15, em letras pretas (evidentemente na Alemanha) e de vez em dia 17 - (prov. espanhol) sendo ambas as edições, sem marcas de identificação, e localizado no tempo e local de provas tipográficas interno. A obra (tanto Latina e Gk.) Foi proibida pelo Papa Gregório IX, em 1232, logo após a sua tradução latina, que chamou a atenção para isso. O árabe original se perdeu logo na hora Wormius como indicado pela sua nota preambular e da falta de visão da cópia do grego (que foi impresso em apostar Itália. 1500 & 1550) tem sido relatada desde a queima de certos do homem Salem uma biblioteca em 1692 . Uma tradução feita pelo Dr. Dee nunca foi impresso, e existe apenas em fragmentos recuperados do MS original. Dos textos em latim já existentes (um centavo 15.) É conhecido por ser no Museu Britânico, sob o fechamento & chave, enquanto o outro (17 cêntimos). Está na Bibliothèque Nationale em Paris. Um centavo 17. Edição está na Biblioteca Widener em Harvard, e na biblioteca da Universidade de Miskatonic em Arkham. Também na Biblioteca da Univ. de Buenos Aires. Numerosas outras cópias provavelmente existem em segredo, e um do século 15 é persistentemente rumores de que fazem parte da coleção de um milionário norte-americano comemorado. Um ainda mais vago rumor créditos a preservação de um centavo 16. texto em língua grega na família de Salem Pickman, mas se assim foi preservada, ela desapareceu com o artista RU Pickman, que desapareceu no início de 1926. O livro é rapidamente reprimida pelas autoridades da maioria dos países, e por todos os ramos da religiosidade organizado. A leitura leva a conseqüências terríveis. Foi a partir de rumores deste livro (do qual poucas do público em geral saber) que RW Chambers disse ter derivado da idéia do seu romance precoce "O Rei em Amarelo".

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

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O Livro Perdido de Voynich

    
VOYNICH
Um manuscrito surgiu ao conhecimento dos lingüistas e decodificadores em 1585 pelas mãos de John Dee, um personagem controverso que praticava magia e alquimia. Ele teria oferecido ao imperador romano Rodolfo II, ele era colecionador de obras de arte, Rodolfo II teria se deslocado até Praga na atual República Tcheca para adquirir o manuscrito por 600 ducatos, algo em torno de tres quilos e meio de ouro, Dee estava convencido de que o manuscrito continha segredos que ele não conseguia decifrar.

Gordon Rugg, cientista britânico da Universidade de Keele, tentou investigar por técnicas antigas da espionagem inglesa conseguindo recriar uma obra semelhante, porque ele supunha que se tratasse de uma farsa. Tudo isso foi desenvolvido na mente de Rugg por sua desconfiança em torno de um aventureiro, Edward Kelley, que teve renome neste período na Inglaterra por inventar línguas estranhas e por conhecer um sistema recém criado, o sistema Cardan de criptografia. Segundo Rugg, Edward Kelley teria elaborado o manuscrito para enganar Rodolfo II e participado de uma parte da fortuna adquirida com a venda. Ficou comprovado que tanto Kelley quanto John Dee estavam em Praga no ano de 1585.

Gordon Rugg utilizou o sistema Cardan que surgiu por volta de 1550, para tentar comprovar que a elaboração do trabalho seria relativamente simples e duraria por volta de tres meses. Edward Kelley foi preso por falsificação de documentos e por suas práticas de alquimia, tendo conseguido escapar no final daquele século e nunca mais ter aparecido. Ele acabou esquecido pelo povo da Inglaterra, assim como o manuscrito.

Em 1912, um colecionador de livros raros, Wilfrid M. Voynich chegou ao Colégio Jesuíta de Vila Mondragone em Frascati na Itália e adquiriu da instituição documentos antigos, sensacionalistas, etc e entre os documentos, o manuscrito que levaria seu nome.

Em 1919, Voynich tirou cópias do manuscrito e conduziu-as ao professor William R. Newbold pelo seu famoso trabalho prestado ao governo norte americano decifrando inumeráveis obras antigas. Newbold tinha 54 anos de idade, era professor de filosofia, homem de muita cultura e na época fazia investigações sobre a localidade em que estaria o Santo Graal. Muito provavelmente, as numerações que observamos nas folhas foram feitas por Voynich para tentar preservar a ordem do manuscrito, incorrendo no equívoco de não ter numerado as páginas, mas sim as folhas porque era esta a sua necessidade imediata, pois as cópias xerocadas de cada lado implicava no desprendimento das folhas e numerar as folhas era tão somente o que ele necessitava para não perder a ordem na remontagem.

Depois de dois anos de trabalho, Newbold anunciou seus primeiros resultados. Segundo ele, nas inscrições, havia a identificação da nebulosa de Andrômeda, conhecimentos dos cromossomos e sua respectiva função, além de aludir à telescópios e microscópios entre outros instrumentos. Amparado nos dados históricos levantados à respeito deste manuscrito, chegou-se à uma missiva assinada por Johannes Marcus Marci, reitor da Universidade de Praga que teria recomendado ao padre Atanasius Kircher, célebre criptógrafo da época. O reitor chegou à considerar em seu tempo, que o manuscrito seria pertencente à um certo Roger Bacon (que viveu no séc. XVI) e que teria chegado às mãos de Rodolfo II por meio de uma venda realizada por John Dee.

Partindo destes dados, Newbold passou a atribuir a autoria da obra à Roger Bacon, interpretando os conhecimentos mencionados na obra como pertencentes à Bacon, nisso Newbold foi contestado por um vasto número de decifradores alegando que seus resultados eram apenas parciais sem cobrir mais do que um quarto de toda a obra. A principal alegação dos opositores ao resultado de Newbold era de que Bacon não teria condições nem técnicas suficientes para conhecer em sua época as nebulosas espirais nem o núcleo celular.

Newbold não conseguiria terminar a sua decifração antes de morrer em 1926. Rolland Grubb Kent, amigo de Newbold deu continuidade ao trabalho iniciado por seu colega. Kent era um personagem bem recebido por uma parte da camada de historiadores de sua época, mas igualmente não conseguiria obter resultados significativos para elucidar a questão.

Os melhores decifradores incluindo especialistas das Forças Armadas dos EUA examinaram sem conseguir nenhum sucesso.

Em 1944, o cel. William F. Friedman, que na segunda Guerra Mundial conseguiu decifrar o código japonês, organizou um grupo multidisciplinador formado por matemáticos, astrônomos, historiadores e especialistas da criptologia internacional. Apesar do uso de maquinários aperfeiçoados e muita técnica, nada foi obtido chegando-se apenas à uma conclusão: a de que o manuscrito não foi escrito em inglês, ou outro idioma conhecido com técnicas de transferência de linguagem (método mais comum da criptografia e da falsificação de documentos antigos), porque em manuscritos falsificados, utiliza-se um idioma e as letras são trocadas por símbolos para se criar um texto com uma linguagem aparentemente diferenciada, mas que na verdade é apenas mascarada por simbologia trocada. Isso não foi percebido por Gordon Rugg.

Portanto, não se trata de uma linguagem latina, artificial ou inventada como se pensou inicialmente pelas conclusões de Rugg, principalmente porque as primeiras linguagens artificiais datam do século XVII sendo posteriores à Bacon. Neste sentido, as conclusões obtidas pela equipe liderada por Friedman, confirmaram que não se trata de nenhum idioma conhecido e mais do que isso, é uma linguagem autêntica. Segundo esta equipe, o resultado de Newbold foi por meio de uma intuição genial, porque o manuscrito altera sua técnica ao longo do conteúdo, como se as letras passassem a ter uso diferenciado de acordo com o tema, modificando o método de uso dos caracteres em certas partes. Tudo o que se pôde concluir em definitivo, é que o manuscrito não é uma falsificação nem um malogro criado com o intuito de uma mera brincadeira, ele é autêntico e mítico porque apresenta condições da flora e da vegetação muito diferentes do que temos atualmente, pois nenhuma das apresentações detalhadas coincidem com alguma vegetação existente no planeta nos dias de hoje, ou no passado registrado da Terra. Também porque alude para animais que igualmente já estão extintos, como o tigre-dente-de-sabre ou uma espécie de pequeno dinossauro.

W. M. Voynich morreu em 1930, sua esposa em 1960 e seus herdeiros o venderam a um livreiro de Nova York, Hans P. Kraus. Este chegou a pedir um milhão e cem mil francos, provavelmente empolgado com o alvoroço que existia em torno do assunto. Krauss afirmava que se interpretado, o manuscrito poderia valer até 10 milhões de dólares. Em 1969, o manuscrito de 235 páginas foi doado por Krauss à biblioteca Beinecke da Universidade de Yale onde se apresenta até hoje.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

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Necronomicon o livro dos proibidos dos mortos

domingo, 24 de julho de 2011

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Manuscrito Voynich usado pelos Illuminati

O Manuscrito Voynich tem sido apelidado de “O manuscrito mais misterioso do mundo”. É o nome de seu descobridor, o vendedor de livros antigos e colecionador americano, Wilfrid M. Voynich, que a descobriu em 1912, entre uma coleção de manuscritos antigos mantidos em Villa Mondragone, em Frascati, perto de Roma, que tinha sido até então se transformou em um Colégio dos Jesuítas (encerrada em 1953).
Ninguém sabe a origem do manuscrito. Especialistas acreditam que é europeu baseado nos desenhos. Eles acreditam que ele foi escrito entre os séculos 15 e 17. O manuscrito é pequeno, sete a dez polegadas, mas espessa, cerca de 235 páginas.voynich2 Manuscrito Voynich usado pelos Illuminativoynich Manuscrito Voynich usado pelos Illuminati
Suas páginas estão cheias de mão-texto escrito e desenhado grosseiramente com ilustrações.
As ilustrações retratam plantas, diagramas astrológicos, e as mulheres nuas.
As mulheres poderiam representar a criação e do renascimento da consciência.

Estas ilustrações são estranhas, mas muito mais estranho é o próprio texto,
porque o manuscrito está escrito inteiramente em uma misteriosa
alfabeto desconhecido que tem desafiado todas as tentativas de tradução.

voynichscript Manuscrito Voynich usado pelos Illuminati
É uma escrita alfabética, mas de um alfabeto de várias contado a ter de dezenove a vinte-oito letras, das quais nenhuma tem qualquer relação com qualquer sistema de carta Inglês ou europeu. O texto não tem correções aparentes. Há evidência de dois diferentes “línguas” (investigada por Currier e D’Imperio) e mais de um escrivão, provavelmente indicando um esquema de codificação ambígua.
Aparentemente, Voynich queria ter decifrado o manuscrito misterioso e forneceu cópias fotográficas a um número de peritos. No entanto, apesar dos esforços de muitos conhecidos cryptologists e estudiosos, o livro continua a ser lidas. Há algumas reivindicações de decifração, mas até à data, nenhum desses pode ser justificados com uma tradução completa. O livro foi comprada pela HP Kraus (um antiquário livro New York) em 1961 para a soma de 24.500 dólares. Mais tarde, ele avaliou em 160.000 dólares, mas foi incapaz de encontrar um comprador. Finalmente, ele doou à Universidade de Yale, em 1969, onde permanece até hoje no Beinecke Rare Book Library com número de catálogo MS 408. Sabe-se (de uma carta de Johannes Marcus Marci de Atanásio Kircher datado de 1666) que o manuscrito foi comprado pelo Imperador Rudolph II da Boêmia (1552-1612).
Historicamente, ele aparece pela primeira vez em 1586 no Tribunal de Rudolph II da Boêmia, que foi um dos monarcas mais excêntricos europeu desse ou de qualquer outro período. Rudolph recolhidos anões e tinha um regimento de gigantes em seu exército. Ele estava rodeado por astrólogos, e ele era fascinado por jogos e códigos e música. Ele era típico do ocultismo-orientado, nobres protestantes deste período, sintetizou o príncipe do norte europeu libertados. ele foi um patrono da alquimia e suporte a impressão de literatura alquímica.
A conspiração Rosacruz estava sendo fomentada calmamente durante este mesmo período. Para corte de Rudolph veio uma pessoa desconhecida que este manuscrito foi vendido ao rei para trezentos ducados de ouro, que, traduzido em modernas unidades monetárias, é de cerca de catorze mil dólares. Esta é uma incrível quantidade de dinheiro para ter pago por um manuscrito em que o tempo, que indicou que o Imperador deve ter sido muito impressionado por ele.
Acompanhando o manuscrito foi uma carta em que dizia que era o trabalho do inglês Roger Bacon, que floresceu no século XIII e que foi uma pré-assinalar o astrónomo Copérnico. Apenas dois anos antes do aparecimento do Manuscrito Voynich, John Dee, o grande navegador Inglês, astrólogo, mago, agente de inteligência, e ocultista tinha lecionado em Praga, em Bacon.
O manuscrito de algum modo passado para Jacobus de Tepenecz, o diretor do jardim botânico de Rudolph (a sua assinatura está presente no fólio 1r) e especula-se que este deve ter acontecido após 1608, quando Jacobus Horcicki recebeu o título ‘de Tepenecz’. Assim, 1608 é o mais antigo data definida para o manuscrito.
Códigos a partir da década século XVI na Europa eram todos oriundos da Stenographica de Johannes Trethemius, Bispo de Sponheim, um alquimista que escreveu sobre o encripherment de mensagens secretas. Ele tinha um número limitado de métodos, e nenhum código militar, alquímico, religiosa ou política foi composta por quaisquer outros meios ao longo de um período que durou até o século XVII. No entanto, o manuscrito Voynich não parece ter qualquer relação com os códigos de derivados de Johannes Trethemius, Bispo de Sponheim.
Em 1622, o manuscrito e passou para a posse de um indivíduo não identificado, que deixou o livro na sua vontade de Marci. Marci devem ter sabido sobre este manuscrito antes de 1644, como a informação sobre o preço que o Imperador pagas veio do Dr. Raphael Missowski (1580-1644) (conforme mencionado em sua carta).
Marci enviou imediatamente o manuscrito com a letra de Atanásio Kircher (um padre jesuíta e erudito em Roma) em 1666 que, aparentemente, também sabia disso e tinha cartas trocadas e porções transcritas com o anterior proprietário não identificado.
Entre esse momento e 1912 (quando descobri que Voynich) especula-se que o manuscrito pode ter sido armazenado ou esquecida em alguma biblioteca e, finalmente, mudou-se para o Colégio dos Jesuítas na Villa Mondragone. Marci carta de Kircher ainda estava anexado ao manuscrito Voynich quando comprei.
Nessa carta, Marci mencionou o nome de Roger Bacon (1214-1292) como um possível autor, embora não haja evidências conclusivas de autoria está disponível. A possível ligação entre Rudolph e Bacon é John Dee (um matemático e astrólogo Inglês, colecionador da obra de Bacon) que visitou o Tribunal de Rudolph em 1582-86.
Alguns acreditam que ele seja um livro sobre alquimia.
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O Livro Oera Linda


O livro Oera Linda é um controverso manuscrito frísio (Frísia, antiga província da Holanda) que trata de temas históricos, mitológicos e religiosos, que primeiro vieram à luz no século 19. Os temas descritos no Oera Linda incluem catastrofismo, nacionalismo, matriarcado, e mitologia. O texto alega que a Europa e outras terras foram, por boa parte de sua história, governadas por uma sucessão de matriarcas que presidiam sobre uma ordem hierárquica de sacerdotisas celibatárias dedicadas à deusa Frya, filha do supremo deus Wr-alda, e Irtha, a mãe terrena. A alegação feita também diz que a civilização Frísia possuía um alfabeto que era o ancestral dos alfabetos Grego e Fenício. O manuscrito da época possui a data de 1256. Alegações internas sugerem que este é uma cópia de um manuscrito mais antigo, que, se genuíno, teria sido escrito por várias pessoas entre 2194 a.C e 803 d.C.