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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

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Cão mais velho do mundo viveu quase 30 anos


O cão Bluey da raça Australian Cattle Dog viveu 29 anos, 5 meses e 7 dias (07 de junho de 1910 – 14 de novembro de 1939). Bluey foi declarado o cão vivo mais velho do mundo no final de 1930 e viveu até ganhar o título mundial.
Ao contrário do que foi recentemente publicado, o cão Pusuke, que morreu com 26 anos e 9 meses, no Japão, não seria o cão mais longevo do mundo.
Bluey trabalhou entre ovinos e bovinos durante 20 anos. Ele foi o mais velho cachorro do mundo, um recorde que nunca foi batido.
John Harley, da Rochester Historical and Pioneer Society, disse: “Sabemos que a filha do homem que era tutor de Bluey ainda está conosco e é uma freqüentadora regular da igreja anglicana”.
Ele disse que William Hall, de Rochester, foi o primeiro tutor de Bluey. Quando William Hall morreu, seu filho Les cuidou do cão. Todavia, a Wikipedia diz que a tutora de Bluey chamava-se Esma Hall, que viveu até os 103.
“A idade deste cão não é grande coisa”, JT Cro protestou no The Sun. “Meus avós tinham um cão que viveu 33 anos de idade em anos ‘humanos’ e com saúde muito boa. Estou certo de que ele poderia ter vivido mais 10 ou 15 anos, no entanto ele veio a falecer após a morte dos meus avós. Eles amavam muito os seus cães, e a maioria deles durou de 25 a 30 anos”.
Nos últimos anos, dezenas de cães veneráveis receberam orgulhosamente o título de cão mais velho do mundo. Aqui estão apenas alguns:

Bramble – de Bridgewater, em Somerset, comemorou seu aniversário de 27 anos em 2002, tornando-se a mais antiga cadela viva da Grã-Bretanha e uma concorrente para o cão mais velho do mundo. Sua tutora, Anne Heritage, 43, é vegan e trouxe ao seu animal de estimação a mesma dieta que ela segue. “Ela recebe uma grande tigela de arroz, lentilhas e vegetais orgânicos todas as noites”, diz a Sra. Heritage.

Jerry – O cão de 26 anos de idade vive com uma família aborígene na Austrália e tem o potencial para se tornar o cão mais velho do mundo, informou um jornal chamado Sunday. Jerry, um mestiço das raças Australian Cattle Dog e Bull Terrier, vai completar 27 anos no próximo mês, o equivalente a 189 anos para um ser humano – disse o veterinário da Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals, Honey Nelson.

Jip – comemorou seu vigésimo quinto aniversário recentemente – a sua idade em termos humanos é de 175 – e os tutores surpresos, Marilyn e John Regan, de West Lane, acham que ele pode vir a obter o título de cão vivo mais velho do mundo. A sra Regan, 64, diz: “Ele já sobreviveu a dois dos nossos outros cães e a um gato. Ele vai sobreviver a todos nós, se continuar a este ritmo.”. … Os Regan adotaram Jip em uma clínica veterinária após ter sido abandonado por seu tutor aos 6 anos. Em sua juventude ele fazia passeios de lazer ao redor de Clough, mas agora ele prefere ser transportado de carro, como os seus colegas reais do Palácio de Buckingham. Sra. Regan disse: “Ele adora andar de carro com John. Sempre que ele pega as chaves, que você pode vê-lo ficar de orelhas em pé”. – Bradford (Reino Unido). Telegraph and Argus. 23 de setembro de 2005.

Para saber qual a idade correspondente de um cão em relação aos humanos veja a tabela a seguir. Existem pequenas variações nas tabelas que definem a correlação de idades entre os cães e humanos, mas, basicamente, você pode considerar que:

CÃES HUMANOS
CÃES HUMANOS
2 meses 14 meses
8 anos 48 anos
6 meses 5 anos
9 anos 52 anos
8 meses 9 anos
10 anos 56 anos
12 meses 14 anos
11 anos 60 anos
18 meses 20 anos
12 anos 64 anos
2 anos 24 anos
13 anos 68 anos
3 anos 28 anos
14 anos 72 anos
4 anos 32 anos
15 anos 76 anos
5 anos 36 anos
16 anos 80 anos
6 anos 40 anos
17 anos 84 anos
7 anos 44 anos
18 anos 88 anos







Fonte:ANDA

domingo, 4 de setembro de 2011

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Catacumbas e túneis revelam Paris renascentista

Túneis estão fechados para o público, mas catacumbas ainda atraem turistas

Em uma garagem de carros em Paris, uma longa e íngreme escadaria leva a um labirinto subterrâneo. Com um total de 290 quilômetros, a complexa rede de túneis abaixo de Paris é uma espécie de "cidade abaixo da cidade".
Os túneis foram feitos de calcário e gesso. Todas as câmaras foram mapeadas e batizadas com o nome da rua correspondente no andar de cima. Hoje a rede subterrânea é um espelho da Paris renascentista.
Desde 1955 os túneis estão fechados para visitação pública, mas as catacumbas continua abertas. Na época em que os túneis estavam sendo abertos, alguns cemitérios superlotados estavam sendo fechados, e muitos corpos foram transportados para cá.
Hoje em dia os turistas passeiam pelas catacumbas que foram descritas pelo escritor Victor Hugo como o luxo magnífico de Paris.
Fonte: BBC

sábado, 3 de setembro de 2011

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O caso das máscaras de chumbo


Tudo começou no dia 20 de agosto de 1966, em um sábado, onde dois homens foram encontrados mortos no alto do Morro do Vintém, no Bairro de Santa Rosa, em Niterói (RJ).

Os corpos, encontrados sem qualquer sinal de violência, estavam um ao lado do outro deitados de costas no chão, em cima de uma espécie de cama feita com folhas de Pintomba (uma espécie de Palmeira).

Os corpos dos homens, que estavam usando ternos limpos e capas de chuva, já estavam em estado de decomposição, ao lado destes foi encontrado um estranho marco de cimento, uma garrafa de água mineral magnesiana, uma folha de papel laminado que foi usada como copo, um embrulho de papel com equações básicas de eletrônica e um estranho papel com a seguinte escrita:





16:30 hs. – estar no local determinado.
18:30 hs. – ingerir cápsula após efeito,
proteger metais e aguardar sinal máscara.


A autópsia dos corpos, realizada pelo médico legista Dr. Astor Pereira de Melo, nada revelou como “causa-mortis”, visto não haver qualquer evidência de violência, envenenamento, distúrbios orgânicos e total ausência de contaminação por radioatividade, além de diversos exames toxicológicos nas vísceras, também negativos.



Os dois homens, identificados como Miguel José Viana, 34 anos, e Manoel Pereira da Cruz, 32 anos, moradores da cidade de Campo de Goitacazes, interior do Rio de Janeiro, eram e sócios radio-técnicos.



Reconstrução do caso


Agosto/66 – Não se sabe exatamente o dia em que os técnicos fizeram as máscaras de chumbo, mas o restante do material utilizado na construção foi encontrado na oficina localizada em Campos (RJ).


No noite de terça-feira (16), Manoel Pereira da Cruz disse a sua esposa Neli que iria para São Paulo, juntamente com Miguel Viana, para comprar um carro usado e alguns componentes de eletrônica para o estoque da oficina, tendo embrulhado cerca de dois milhões e trezentos mil cruzeiros para a viagem.

Na quarta-feira, às 09 horas, os dois homens embarcaram no ônibus na Rodoviária de Campos, chegando na Rodoviária de Niterói às 14:30.

Até o instante em que morreram, a polícia descobriu que eles passaram em uma loja de componentes eletrônicos, no centro de Niterói, depois compraram capas de chuva e em seguida passaram em um bar, onde compraram uma garrafa de água mineral magnesiana, não esquecendo de pegar o comprovante do vasilhame, para devolver quando retornassem. A pessoa que os atendeu porém, disse que Miguel parecia estar nervoso e a todo instante olhava a hora em seu relógio.

O vigia Raulino de Matos, morador do local, disse ter visto quando Manoel e Miguel chegaram em um jipe, acompanhadas de outras duas pessoas, ainda hoje não identificadas, e subiram o morro a pé.

Os corpos foram encontrados na quinta-feira (18), por um garoto de 18 anos, Paulo Cordeiro Azevedo dos Santos que avisou o guarda Antônio Guerra, que servia na radiopatrulha, porém ele só foi lá dois dias depois, acredita-se que o guarda ou outra pessoa teria revistado os cadáveres para se apropriar de objetos de valor, mas isso não foi provado. Somente no sábado (20), por volta das 18 hs, quando outro jovem de mesma idade, Jorge da Costa Alves, avistou os corpos a Segunda Delegacia de Polícia (2ª DP) de Niterói foi avisada.


No domingo (21), subiram ao monte a polícia, bombeiros, jornalistas, além de muitos curiosos, para resgatar os corpos, encontrando no bolso de um 157 mil cruzeiros e no bolso do outro 4 mil, além dos relógios.

A hipótese de um terceiro personagem na história surgiu através de um dos bilhetes e do sumiço do dinheiro, além da faca ou objeto cortante utilizada para cortar as folhas de Pintomba. Essa hipótese de uma terceira pessoa indicava que ela teria dirigido a pesquisa, mas não participado.

Como suspeito a polícia prendeu o amigo Élcio Correia Gomes, espírita, que teria introduzido os dois homens em estranhas e grandiosas experiências, ressaltando que tempos antes os três teriam causado uma explosão enorme na Praia de Atafona, no interior do RJ, que causou um clarão e foi motivo de investigação de parte da Marinha Brasileira, mas como nenhuma prova contra Élcio foi encontrada, ele acabou sendo libertado.

Logo após os jornais anunciarem as duas estranhas mortes, a Sra. Gracinha Barbosa Coutinho de Sousa e seus três filhos, informaram que, na noite do dia 17, entre as 19 e 20 hs, teriam avistado um objeto multicolorido, ovóide, de cor alaranjado, com um anel de fogo de onde saíam raios azuis em várias direções, o que desencadeou uma série de denúncias à policia de pessoas que também teriam visto o tal objeto luminoso no mesmo local, dia e hora.

Para técnicos em eletrônica os homens teriam sido mortos por um raio, pois nesse dia chovia muito, argumentando que por estarem em um local alto, com uma máscara de chumbo no rosto estavam mais propícios a serem atingidos e que os corpos teriam sofrido queimaduras, mas que não teriam sido observadas na autópsia porque a decomposição as teria desfeito, hipótese que não foi confirmada pelo médico legista.

Já o Padre Oscar Gonzales Quevedo, professor de parapsicologia, que deu depoimento na época ao jornal O Globo, informou que as máscaras de chumbo eram usadas em testes mortíferos de ocultismo, o qual admitia que os novos mundos emanavam irradiações luminosas capazes de afetar o que chamavam de “terceiro olho”, por isso a necessidade da proteção com as máscaras de chumbo. Nesta experiência, o experimentador deveria ingerir uma quantidade de droga que lhe permitiria entrar em transe, devendo estar em jejum para provocar o desequilíbrio físico e mental. Essas pesquisas são conhecidas como psígama e hiperestesia, sendo que na segunda os nervos hiperexcitados são o instrumento pelo qual o homem procura sentir aspectos sutis da realidade que o cerca.

Descobriu-se posteriormente que um caso semelhante teria ocorrido há quatro anos, em 1962, quando um técnico de televisão chamado Hermes foi encontrado morto, no Morro do Cruzeiro, em Neves, sem nenhum tipo de violência, com todos os seus pertences e também com uma máscara de chumbo. Ele teria ido ao alto do morro para tentar captar sinais de televisão sem o auxílio de nenhum aparelho eletrônico, disseram que ele teria engolido um comprimido redondo, mas morreu porque não estava fisicamente preparado para a empreitada.

Os corpos de Manoel e Miguel foram exumados, realizaram outra série de exames, mas nada foi descoberto, somente hipóteses foram levantadas, resultando no arquivamento do processo, em 1969, por falta de provas.

A última informação que se tem sobre este caso é que, em 1980, o cientista e Ufólogo Jacques Valleé, que trabalhava para a NASA, veio ao Brasil exclusivamente para pesquisar esse caso, mas ao chegar ao local, com sua esposa, o detetive Saulo Soares de Souza e o repórter policial Mário Dias, ficaram estarrecidos, pois onde os corpos foram encontrados não havia vegetação, como se o local dos corpos fosse demarcado e, o solo estava como se tivesse sido calcinado.



Explicação na visão dos Céticos

- Para os céticos os códigos encontrados nos bilhetes são de peças eletrônicas, como válvula, com as quais eles trabalhavam e que pretendiam comprar na viagem; – Acreditam em uma possível tentativa de contatar seres ou espíritos extraterrestres por meios exotéricos, mas ao invés de ETs, teriam encontrado um criminoso, o terceiro elemento cogitado pela polícia, que os teria manipulado e envenenado; – Devido ao apodrecimento das vísceras no IML antes de serem examinadas, o exame toxicológico não teria sido feito, fato revelado em um programa especial “Linha Direta Justiça“, de julho de 2004; – O fato da vegetação não crescer na área onde os corpos foram encontrados seria explicado pela quantidade de formol jogada no solo para conter o cheiro que teria impregnado no local.

Não se sabe ao certo o que realmente aconteceu no “caso das Máscaras de Chumbo”, é possível também que nunca saibamos de fato, sendo mais um dos casos sem explicação da história.



Fonte: Infa

terça-feira, 9 de agosto de 2011

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Ilha das bonecas (La Isla de las Muñecas)

V

Mas vamos lá o MEDO Continua... TEM CORAGEM ?
Ilha das Bonecas ou tb conhecida como a ilha das bonecas MORTAS, é uma ilha no México com bonecas por todos os lados, presas nas árvores, empaladas em gravetos ou enforcadas nas casas...




Nessa ilha morreu uma garota afogada em 1951 num canal da ilha. Os moradores da ilha acreditam que o espírito da garota continue por lá. O florista Julián Santana Barrera tem certeza...

Julián afirma que a garota o perturbava e descobriu uma forma de afastar o espírito dele, prendeu bonecas nas árvores e na casa dele. Logo todos os moradores começaram a pendurar bonecas nas árvores com medo do espírito. Bonecas perdidas, velhas, esquecidas por visitantes.
A Maioria com um olhar assustador, e penduradas como se estivessem mortas...
















Julián Santana Barrera morreu em 2001 aos 50 anos, AFOGADO...












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Shaye Saint John - O Boneco Humano


Sempre digo a todos que perguntam, na internet vc pode encontrar de tudo! E se vc ta no site e procura por medo, esse é um dos posts em q vc pode ver ALÉM DO Q quer...
Os leitores tem colaborado bastante mandando videos, fotos, histórias. E sou eu que vejo cada um deles... bem quase todos eles. Quando abri esse video que me enviaram não consegui ver mt coisa a noite, então pedi ajuda a Pequena estrela...

Shaye Saint John é uma pessoa com problemas mentais. Mas ele não se abalou com isso. Apaixonado por bonecos ventrilocos, ele próprio se transformou em um e criou curtos videos com histórias de terror. A Imagem do Shaye Saint John transformado em boneco ficou algo entre bizarro e o horror. Pra piorar ele ainda fica numa cadeira de rodas com suas pernas de bonecos e e e enfimm... o espetáculo já vai começar!

Assistam o show...
com vocês Shaye Saint John


Tem Coragem ?






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A Boneca que envelheceu

 Esse mistério está chamando atenção de alguns jornais lá fora, e começa a se espalhar por ai.
 Uma família americana guardou os brinquedos da filha que já tinha crescido no sótão. Ao voltar lá 11 anos depois veja o que a garota encontrou...






A garota jura que a boneca guardada a 11 anos envelheceu. Até agora ninguém explicou o ocorrido, tudo que aparece na midia é especulação...
Vi no blog Dormiu

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

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Ressuscitação de Moça Morta Há Sete Dias

        
Texto e fotos de Robert Grainville
O jornalista francês Robert Grainville
participou no Daomé (África)
de um dos mais impressionantes rituais
de iniciação da África Negra.

Ante seus olhos,
uma moça que estava clinicamente morta
há sete dias foi ressuscitada
pelos sacerdotes do orixá Sapata,
o deus da terra e da varíola.



Um grito de dor, após o ritual em homenagem ao orixá Sapata.
A moça, que estava clinicamente morta, volta à vida.
Marcando o ponto culminante da festa da ressurreição, uma das cerimônias mais importantes entre os f fons do Daomé.

Um povoado africano, em meio à densa floresta tropical do Daomé. As casas circundam um espaço vazio, espécie de praça central. Tudo é ainda silêncio, e ninguém permanece na praça. Mas o dia de hoje não é como os outros.

De repente, do interior de uma das casas maiores, uma espécie de convento, ouvem se gritos lancinantes de mulheres. Como que despertados por esses gritos, os atabaques começam a tocar.
É preciso esperar. Eu, europeu, e os demais habitantes não iniciados temos que aguardar o término da cerimônia de adoração do orixá, feita no interior do convento, e assistida apenas pelos sacerdotes e sacerdotisas. Logo após, no meio da praça, todos assistiremos à demonstração do poder de Sapata (deus da terra e da varíola, correspondente a Omulu e Abaluaé nos cultos afrobrasileiros).



Sapata vai ressuscitar uma jovem, clinicamente morta há sete dias.
Chegar até este povoado, e conseguir autorização para presenciar e fotografar a cerimônia, custou me meses de trabalho e dedicação. Estou aqui graças à bondade do chefe do povoado de Aliada, que é também o líder de todos os rituais religiosos dos fons (a principal etnia do Daomé, que vive ao sul do país). Consegui convencer esse chefe do meu interesse a tudo que concerne ao vodum, a religião dos fons, e ele me convidou a assistir à festa da ressurreição. Entregou me aos cuidados de um de seus filhos, que me explicou cada fase do complexo ritual.

Num instante, os atabaques param de tocar. Cadeiras e bancos são trazidos para a praça central, e os habitantes reúnem se em círculos. Entre eles encontram se os familiares da jovem morta, que trouxeram oferendas a Sapata, a fim de que este traga sua filha de volta de seu reino.



O lento despertar do reino da morte
Os músicos dos atabaques já saíram do convento, e tomaram lugar entre as cadeiras, com seus instrumentos seguros entre as pernas. Recomeçaram a tocar, mantendo o mesmo ritmo, constituindo um estranho e estimulante fundo musical.

Agora são as sacerdotisas que chegam, facilmente reconhecidas pelas inúmeras cicatrizes que ornam sua pele. Com a cabeça raspada, elas se enfeitam com braceletes e colares feitos principalmente de cauris (pequenas conchas, conhecidas no Brasil como búzios e que serviam antigamente de moeda). Além de enfeites, esses objetos têm um importante significado ritualistico. Todas trazem na fronte uma fita ornada com plumas de papagaio: sinal que distingue as sacerdotisas de Sapata. Depois, são os vodum non, feiticeiros, que entram na praça. Em seguida, chega o corpo da jovem morta enrolado num lençol imaculado, carregado por quatro homens. No centro da massa humana reunida, foi deixado um espaço livre sobre o qual ninguém pisa. Nesse espaço o corpo é depositado, e desnudado. A jovem não apresenta nenhuma manifestação de vida. Não respira, não se move. A pele adquiriu uma tonalidade cinza, e apresenta diversas feridas purulentas. Os sacerdotes trazem uma grande cabaça cheia de água, na qual foram mergulhadas diversas plantas.

O canto das mulheres recomeça, monocórdico. Lava se o corpo da jovem com a água da cabaça. Ao mesmo tempo, as sacerdotisas libertam se de seus atributos, e começam a massagear o corpo. O lençol é umedecido, e usado por momentos como sudário.

O trabalho de massagem dura cerca de duas horas, onde se repetem os mesmos gestos e cantos. Algumas pessoas jogam moedas sobre o lençol. Ninguém fala. Pouco a pouco o corpo retoma sua cor normal, negra, mas permanece sempre inerte.

A certo ponto, o silêncio se faz mais profundo. As sacerdotisas se afastam. Chega o lider dos feiticeiros, que se ajoelha ao lado da jovem, inclina se sobre seu ouvido, e grita seu nome com todas as forças. “Ele deve chamá la sete vezes", diz meu guia e companheiro. E, fora esse grito que se repete, nenhum outro ruído afasta o pesado silêncio. Sete vezes, e nada acontece! Um sobressalto percorre a multidão.

Um oitava vez o nome da jovem é gritado pelo feiticeiro. E, então, ela gemeu! Todos nós somos testemunhas: ela gemeu.

O atabaques e os cantos se desencadeiam: Sapata aceitou que a jovem se torne mais uma de suas sacerdotisas. Imediatamente, a rapariga tem sua cabeça coberta, e é retirada para o interior do convento. Sua iniciação começou, e ela não deverá ver o mundo exterior.

No povoado a festa vai continuar durante todo o dia e toda a noite. Todos vão comer, beber, dançar e rir muito, contagiados pela típica alegria africana, um estado de espírito que tudo arrasta à sua passagem.
O ritual para ressuscitar é apenas uma parte ínfima dos complexos processos de iniciação ao culto de Sapata, que dura pelo menos três anos. Período durante o qual os jovens discípulos são completamente isolados do mundo exterior.

A cerimônia da ressurreição é, de fato, primordial. O chamado ao novo "filho" do orixá é feito pela própria entidade (que se apodera de seu corpo provocando profundos transes mediúnicos), ou decidido pelos familiares ou pelos outros sacerdotes. A idade média de iniciação, tanto para moças como para rapazes, varia de oito a dezesseis anos. Os dois sexos, se bem que em habitações diferentes, seguem mais ou menos os mesmos ritos e etapas iniciáticas.

Desde sua entrada, o jovem discipulo entra num estado de morte aparente, onde cessam todas as suas funções vitais. Durante sete dias, ele vai permanecer no local sem receber nenhuma alimentação, bebida, ou cuidado. Já nesta primeira etapa, ocorre uma seleção natural: alguns, após sete dias, despertam, e outros, não. Estes últimos Sapata não os quer para servi lo neste mundo, e por isso os guarda junto de si.



Três anos, e Sapata tem mais um sacerdote
Após serem cuidados, e postos em boas condições físicas, os jovens escolhidos irão aprender a linguagem secreta dos iniciados, os cantos, danças, as diversas operações mágicas. Serão feitas cicatrizes em seu corpo, principalmente na fronte, costas, ventre e braços. A cada corte que produzirá uma cicatriz, será proferida uma prece, e um pouco de pó à base de plantas carbonizadas será depositado no interior da carne.

Cada uma delas destina se a proteger o iniciado contra a feitiçaria, os inimigos, e também a lhes dar poder e direta ligação com o grande orixá.

Os discípulos deverão também aprender as propriedades de cada planta mágica ou medicinal, propriedades que tanto podem ser boas como maléficas. Os remédios, as poções, amuletos, não mais terão segredos para eles. Entre essas operações, uma das mais respeitadas e temidas é a cultura do vírus da varíola.

Eles conhecerão cada deus animista, cada ser da natureza, e as cerimônias a eles relacionadas. Mais tarde, para os rapazes, após passarem outras temporadas em reclusão, será permitido servir também a outros desses deuses.

Ao término da iniciação, rapazes e moças retomarão sua vida normal, mas estarão sempre à disposição do grande feiticeiro para os rituais. Periodicamente, retornarão aos conventos durante algumas semanas.

Existem muitas coisas para se descobrir nos meios vodum do Daomé. Os fons constituem uma das últimas etnias que conservam de forma cuidadosa e ciumenta suas tradições religiosas. Foram eles, junto a outras raças africanas, que introduziram o culto dos orixás no Brasil e no Haiti, por intermédio da escravidão. Se bem que possa haver charlatanismo em algumas dessas festas, a sinceridade e autenticidade dessas crenças, o perfeito conhecimento das propriedades das plantas, a força mística dos chefes de culto são elementos dignos de serem aprofundados.



Revista Planeta
Número 66 - Março de 1978


Fonte:
http://www.imagick.org.br/zbolemail/Bol06x12/BE12x11.html

sábado, 6 de agosto de 2011

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cachorro vivo sem o corpo

experiencia feita na russia no final de 1928 , uma cabeça de cachorro vive por 190 minutos sem o corpo!!!

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

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Acidente

Um bombeiro que trabalhava no resgate das vitimas neste acidente na Malásia tirou esta foto em busca de evidencias. Porem somente após a imagem ser analisada que a criatura assombrosa sob a ponte pode ser notada. Não há explicações para a imagem, alguns afirmam que poderia ser alma de alguma das vitimas que pereceu no acidente, outros afirmam que é apenas uma ilusão simples causada por Pareidolia. E você?

sábado, 30 de julho de 2011

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zumbi na indonesia

Na Indonésia , um cadáver é acordado por meio da magia negra deixando-o que ande a pé até seu túmulo. . Isso é feito em Toraja/Indonésia porque as sepulturas são colocadas em montanhas calcárias.
O morto não deve ser nomeado e depois que ele cai, não levanta novamente. O Zumbi é acompanhado apenas pelos feiticeiros de magia negra atrás dele.


Eaí terá pesadelos?

quarta-feira, 27 de julho de 2011

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vulto no mato

podecomentar não e montagem isso que eu fiz e montagem
o video traz o que há na mata da calucia os vultos.